O momento, caríssima leitora,
Que te desafio a testemunhar
Foi um em que uma maga encantadora
Transfigurou o Foder em Amar.
De seu nome Melonélia dos Peitos,
No bom reino de Tetilde nascera,
Desde o berço por mágicos efeitos
A rata se lhe alargara e crescera.
Mas que há num nome, cara leitora?
Nome é colhão vazio, cair d'asa.
E eram as tetas desta sedutora
Mais lisas que a mais lisa campa rasa.
Passou-se esta história antes do feitiço
Que lhe foi lançado pelo futuro,
Fodia um gaiato metediço
Que entrara no templo co' malho duro.
Melonélia, gulosa, o chupou,
De sua semente jovem bebeu,
Porém, pela primeira vez ficou
Desejando aquele caralho plebeu.
Mui nova era esta sensação,
E, pegando num livro de feitiços,
Propôs-se a encontrar a solução
Nem que tivesse que foder ouriços.
Depois de muito estudo a corpo nú,
Interrompido só o necessário
P'ra enfiar um castiçal no cu,
Descobriu um feitiço extraordinário.
Mandou chamar o moço tomatudo
Cuja pila almejava ardentemente,
E esvaziou-a de seu conteúdo
À meia-noite e meia exactamente.
Banharam-se em sangue de virgem louca,
Temperou seus tomates com licor,
E de um ímpeto só abriu-lhe a boca,
Cagou lá dentro - nasceu o Amor.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Assim tesa, a estória
Contar-vos-ei um segredo,
Uma estória jamais revelada
O último dia de Godofredo
Que morreu com ela entalada.
Imundo, fodilhão vagabundo
Oh! Portador de mil SIDAS
Pegava fogo, fodia o mundo
Sua glande chagava em feridas.
Eis um dia, seu impuro desejo
Foi possuir Tetilde, quem amava
"Anda cá que eu não te aleijo"
Seu tesão pelo céu arrastava.
Mais linda Tetilde lhe parecia
Agora na Morte, que outrora em Vida
Suas tetas, sagrada geometria
Sua rata, ao festim o convida!
Aberta então a sepultura
Godofredo olhou-a jazida
Seu sardão rompeu a costura
"Que se foda o germicida."
Fodeu-a sem dó e sem piedade
Mas ela nem um piu soltou.
E assim saciada a saudade
"Adeus oh puta que me vou!"
Mas Godofredo mal sabia
Que o poder do vácuo assim dita:
Se Tetilde de vida é vazia
Picha que entra, picha que fica.
Fodendo, (que fazer?), continuou
Com Tetilde, com ela entalada
Até que a morte de novo os juntou
No Inferno, para a eterna mamada.
Uma estória jamais revelada
O último dia de Godofredo
Que morreu com ela entalada.
Imundo, fodilhão vagabundo
Oh! Portador de mil SIDAS
Pegava fogo, fodia o mundo
Sua glande chagava em feridas.
Eis um dia, seu impuro desejo
Foi possuir Tetilde, quem amava
"Anda cá que eu não te aleijo"
Seu tesão pelo céu arrastava.
Mais linda Tetilde lhe parecia
Agora na Morte, que outrora em Vida
Suas tetas, sagrada geometria
Sua rata, ao festim o convida!
Aberta então a sepultura
Godofredo olhou-a jazida
Seu sardão rompeu a costura
"Que se foda o germicida."
Fodeu-a sem dó e sem piedade
Mas ela nem um piu soltou.
E assim saciada a saudade
"Adeus oh puta que me vou!"
Mas Godofredo mal sabia
Que o poder do vácuo assim dita:
Se Tetilde de vida é vazia
Picha que entra, picha que fica.
Fodendo, (que fazer?), continuou
Com Tetilde, com ela entalada
Até que a morte de novo os juntou
No Inferno, para a eterna mamada.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O Feitiço Lançado pelos Deuses do Futuro às Sete Magas Mamalhudas do Templo Antigo do Leitoso Reino de Tetilde, de seus nomes Tetónia Verga, Xuxa Baba
da, Mamila Ronda, Titiolina Caprichosa, Melonélia dos Peitos, Silicónica Prateleira e Punheta de Mamas
No tempo em que as bruxas ardiam,
Em um templo mágico na montanha,
Sete magas havia que sabiam
Ler o futuro em tomates e nhanha.
Para isso raptavam cavaleiros,
Lambendo-lhes as virilhas, em fila,
Vegetarianos e paneleiros
Não serviam porque não tinham pila.
Quando, às vezes, faltava cavaleiro,
As sete magas não se atrapalhavam,
Metiam as varinhas no pandeiro,
Lambiam os dedos dos pés, cantavam.
Muito amiúde no templo antigo,
Escorria nhanha aos litros p'los salões.
Limpava-a o criado, velho amigo,
Às vezes já lhe dava p'los colhões.
(Triste história é a do velho criado,
Em tempos tocador de castanholas,
Chegou ao templo e foi tão chupado
Que a piça lhe caiu, deixando as bolas.)
Nos dias em que a nhanha abundava,
Sete magas mamalhudas, em trance,
Viam o tempo em que não se pagava
Por três broches e um pouco de romance.
Foi o mesmo futuro que as perdeu,
Tirou-lhes o juízo e o poder.
E o feitiço em que todas meteu,
É este que, leitora, vais saber:
Numa límpida visão do futuro,
Vislumbraram-me a mim, a sorrir,
E de provarem do meu nabo duro,
'Inda hoje as sete se estão a vir.
No tempo em que as bruxas ardiam,
Em um templo mágico na montanha,
Sete magas havia que sabiam
Ler o futuro em tomates e nhanha.
Para isso raptavam cavaleiros,
Lambendo-lhes as virilhas, em fila,
Vegetarianos e paneleiros
Não serviam porque não tinham pila.
Quando, às vezes, faltava cavaleiro,
As sete magas não se atrapalhavam,
Metiam as varinhas no pandeiro,
Lambiam os dedos dos pés, cantavam.
Muito amiúde no templo antigo,
Escorria nhanha aos litros p'los salões.
Limpava-a o criado, velho amigo,
Às vezes já lhe dava p'los colhões.
(Triste história é a do velho criado,
Em tempos tocador de castanholas,
Chegou ao templo e foi tão chupado
Que a piça lhe caiu, deixando as bolas.)
Nos dias em que a nhanha abundava,
Sete magas mamalhudas, em trance,
Viam o tempo em que não se pagava
Por três broches e um pouco de romance.
Foi o mesmo futuro que as perdeu,
Tirou-lhes o juízo e o poder.
E o feitiço em que todas meteu,
É este que, leitora, vais saber:
Numa límpida visão do futuro,
Vislumbraram-me a mim, a sorrir,
E de provarem do meu nabo duro,
'Inda hoje as sete se estão a vir.
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