Contar-vos-ei um segredo,
Uma estória jamais revelada
O último dia de Godofredo
Que morreu com ela entalada.
Imundo, fodilhão vagabundo
Oh! Portador de mil SIDAS
Pegava fogo, fodia o mundo
Sua glande chagava em feridas.
Eis um dia, seu impuro desejo
Foi possuir Tetilde, quem amava
"Anda cá que eu não te aleijo"
Seu tesão pelo céu arrastava.
Mais linda Tetilde lhe parecia
Agora na Morte, que outrora em Vida
Suas tetas, sagrada geometria
Sua rata, ao festim o convida!
Aberta então a sepultura
Godofredo olhou-a jazida
Seu sardão rompeu a costura
"Que se foda o germicida."
Fodeu-a sem dó e sem piedade
Mas ela nem um piu soltou.
E assim saciada a saudade
"Adeus oh puta que me vou!"
Mas Godofredo mal sabia
Que o poder do vácuo assim dita:
Se Tetilde de vida é vazia
Picha que entra, picha que fica.
Fodendo, (que fazer?), continuou
Com Tetilde, com ela entalada
Até que a morte de novo os juntou
No Inferno, para a eterna mamada.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
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